A Coca-Cola Perdeu o Gás?

Por Mike Esterl, para o Wall Street Journal – Tradução minha.


Apesar da evolução nos gostos dos consumidores, o CEO da Coca-Cola, Muhtar Kent quer vender mais refrigerante. Qual seria a melhor saída?

Em uma visita a uma engarrafadora da Coca-Cola na cidade de Pensacola, Florida, em janeiro, o CEO Muhtar Kent puxou um pequeno chip vermelho e ergueu-o para um novo caminhão de entrega. Para o olho destreinado, parecia a marca da Coca-Cola, mas era apenas um papel vermelho, da cor da marca.

Isso pode não ser uma coisa tão representativa para a maioria das pessoas, mas é para Kent. Por onde passa ao redor do mundo – engarrafadoras, bodegas, supermercados – ele pega seu chip vermelho e compara-o com garrafas, latas, máquinas de Coca-Cola. Gestão, diz ele, deve estar continuamente “polida como um diamante”. Isto é verdade, especialmente agora, que o mundo pode estar com um cansaço de Coca-Cola crescente. Em fevereiro do ano passado, a Coca-Cola confirmou ter ficado aquém da sua meta de crescimento de volume anual em 3% a 4%, o que aconteceu pela primeira vez em quase uma década. Kent chamou isso de “lombada”(quebra-molas) e prometeu aos investidores que seria “o ano da execução”.

Em outubro o CEO reconheceu que a Coca-Cola não só não alcançaria suas metas de receita e lucro em 2014, como também isto aconteceria em 2015. Mês passado, a Coca-Cola informou uma queda de receita em 2%, para US$ 46 bilhões, e o lucro caiu (!) 17%, para US$ 7,1 bilhões, desde o ano passado.

Mudança anual no volume de vendas

A estratégia de risco de Muhtar Kent: vender mais refrigerante. O CEO de 62 anos diz que tem uma série de planos – tais como o aumento dos gastos com marketing e uma revisão da rede de distribuição, principalmente nos EUA, que vai ajudar a retornar aos rendimentos padrão em 2016. “Acredito que nós teremos uma grande estrada à nossa frente”, diz Kent. Mas ultimamente as promessas estão difíceis de cumprir.

O consumo de Diet Coke caiu 15% nos dois últimos anos. O volume de vendas de outros refrigerantes, como Sprite e Fanta, cresceu apenas 1% em cada um dos dois últimos anos a nível mundial. No último verão, 63% dos americanos disseram em uma pesquisa do instituto Gallup que eles estavam evitando refrigerante. Nos EUA, a quantidade de refrigerante consumida vem caindo há 10 anos consecutivos. As vendas de Coca-Cola estão caindo em todo o mundo. Varejistas, como a Whole Foods, não a vendem mais.

Apesar das estatísticas assustadoras, Muhtar Kent permanece irredutível como uma Coca-Cola gelada. Com refrigerantes gerando cerca de 70% das receitas, ele insiste em dizer que eles são o “oxigênio” da companhia. A companhia, acredita ele, tem “exatamente os ingredientes certos” para crescer rapidamente, incluindo aí um portfólio de 20 bilhões de dólares só em marcas. Quatorze delas são bebidas, incluindo aí as águas “Dasani” e os sucos de laranja “Minute Maid”.

“Bebidas gasosas têm sido sempre um prazer, e nós temos que redescobrir isto”, disse Kent em uma entrevista recente. Mas se a Coca-Cola pode voltar ao destaque com novas iniciativas de crescimento, ainda não está claro.

Desafio dos Baby-Boomers

CEO da Coca-Cola, Muhtar Kent

Muitas empresas de bens de consumo embalados que eram amados pelos baby-boomers – da sopa Campbell’s à McDonald’s – têm perdido sua magia. Os consumidores de hoje querem itens mais saudáveis, mais saborosos, mais originais. E menos mercado de massa. As mudanças repentinas e profundas nas preferências do consumidor causaram recentemente perdas financeiras para Kellog’s e Kraft Foods, e vêm corroendo vendas e lucros de uma meia dúzia de outros gigantes da indústria alimentícia e de bebidas embaladas. Estes deslizes causaram a perda do emprego dos CEOs da Kraft e do McDonald’s – sendo este último um cliente-chave da Coca-Cola.

Tais mudanças colocaram Kent em uma posição complicada, estrategicamente falando: quanto e quão rápido diversificar? Do lado da Pepsico, o CEO Indra Nooyi tentou resolver o enigma, mas ficou sob fogo dos investidores em 2011, após a empresa emitir um alerta de baixo lucro. No ano anterior, Diet Coke superou a Pepsi como segunda marca de refrigerante mais vendida nos EUA, atrás apenas da Coca-Cola padrão. Analistas e investidores de Wall Street disse que a Pepsi estava muito envolvida em diversificação para além dos refrigerantes e batatas-fritas.

Kent é um executivo operacional experiente como qualquer outro. Filho de diplomata turco, começou na Coca-Cola em 1978, montando caminhões de entrega em lugares como Lubbock, Texas. Foi gerente-geral para a Ásia Central, abriu fábricas na ex-União Soviética e montou a maior engarrafadora da Coca-Cola na Europa, antes de assumir o papel de CEO em 2008. Como parte de sua atual estratégia, entre outras coisas, ele tem intensificado a publicidade. Ano passado, reservou um adicional de US$ 1 bilhão até 2016, após ter gasto US$ 3,3 bilhões em 2013. Ele está apostando em uma nova fonte de refrigerante, a Freestyle, que permite aos consumidores de misturar e combinar mais de 100 sabores de bebidas com uma tecnologia de micro-dosagem desenvolvida pela indústria médica. Há agora mais de 27 mil máquinas espalhadas por redes de fast-foods nos EUA, como Wendy e Burger King, um aumento de 50% em um ano.

Campanha “Compartilhe uma Coca-Cola”: sobrevida nas vendas

Neste dias, o CEO da Coca-Cola passa três quartos do seu tempo na estrada, encontrando varejistas, engarrafadoras e chefes de Estado. Ele diz que fica com síndrome de abstinência se não visitar uma loja em poucos dias. Ele também está profundamente envolvido nos detalhes concernentes ao merchandising da Coca-Cola, com uma estratégia chamada OBPPC (Occasion, Brand, Price, Pack, Channel), que coincide os tamanhos das embalagens dos refrigerantes para cerca de 30 ocasiões de consumo, desde o “me dê um que tenho que ir” até o “refeição familiar”.

Além de sua atual linha de tamanhos de refrigerantes (latas e garrafas), a empresa também planeja começar a vender produtos Coca-Cola até o fim deste ano em uma máquina de casa, sendo desenvolvida pela Keurig Green Mountain Inc., a mais recente tentativa da Coca-Cola de colocar seu produto da há muito tempo conhecida “alcance da mão do desejo”. Os americanos (e consumidores em todo o mundo) compraram mais Coca-Cola no último verão, quando a empresa espalhou nomes desde Adão até Zack em garrafas e latas. A campanha “compartilhe uma Coca” galvanizou os consumidores a comprar Coca-Colas para si, bem como amigos e famílias.

Sam Nunn, líder dos diretores independentes, diz que o conselho ainda vê o refrigerante como uma “área de crescimento muito forte” a nível mundial, e Muhtar Kent como uma “força da natureza em termos de suas capacidades de liderança”. Mas vários altos executivos e gestores que trabalharam com Kent dizem que enquanto ele está confortável, navegando no cerne da questão (refrigerantes), ele está perdendo a visão total da figura. O CEO nega. “Eu tenho tido muitas discussões robustas e intelectuais sobre nossa estrutura, sobre nossa companhia, sobre nossos negócios, sobre para onde estamos indo”, disse o CEO em uma entrevista.

Depois de anos de lobby, executivos o convenceram a realizar uma reunião de alta cúpula no Vale do Silício – a ideia era trocar ideias com o pessoal do Google e Facebook, entre outros. Mas a conexão “digital” nunca aconteceu. Kent cancelou de forma constrangedora as reuniões semanas antes, dizendo que o pessoal da Coca-Cola precisava se concentrar nos resultados trimestrais ao invés de realizar as reuniões. Em entrevista, Kent explicou sua lógica: Coca-Cola precisa se equipar com a “tecnologia certa”, disse ele. “Mas não podemos, você sabe, ir e sonhar com LalaLand”. Coca-Cola poderia alcançar os mesmos objetivos de forma mais eficiente, trazendo o Vale do Silício para Atlanta, disse ele.

Projeções de Aumento de vendas de bebidas não-alcóolicas a nível mundial.

A despeito de sua posição dominante em bebidas, a empresa – que recentemente roubou market share da rival PepsiCo. – está fazendo com que alguns de Wall Street estejam perdendo a paciência. Investidores têm se reunido com a PepsiCo., cuja exposição do refrigerante é casada com seus snacks. Nos últimos dois anos, o preço das ações da Coca-Cola aumentou 4,7%, enquanto a PepsiCo. ganhou 23%, enquanto os índices Dow Jones e o S&P 500 subiram 25% e 35%, respectivamente. “O grande erro é não perceber que o mundo mudou”, diz John Faucher, analista de bebida no JP Morgan.

Muhtar Kent não tolera muito debate e dissidências. Vários ex-executivos dizem que ele se cercou de pessoas que só falam “sim” e que amortecem o debate. Nas reuniões, Kent “pode ser realmente rude, encerrar discussões e fazer com que tudo fique constrangedor” se alguém questionar seus planos, diz um ex-executivo. Kent diz que o debate interno é bem-vindo: “toda grande decisão, eu digo, vamos levá-la ao comitê operacional e discuti-la”.

Quando o ex-diretor para Américas Steve Cahillane argumentou que a manutenção dos alvos de volume de vendas e lucro da Coca-Cola eram irreais em uma reunião da alta administração em 2013, Kent rapidamente encerrou a discussão, de acordo com pessoas presentes na reunião. Cahillane, considerado forte candidato a suceder Kent, resignou ao cargo semanas depois, sob forte pressão. Sandy Douglas, um veterando da Coca-Cola que substitutiu Cahillane disse que discutir estratégias com Kent é “um esporte de alto contato”. Mesmo assim, ele diz que Kent “lhe dá espaço”.

Sem Sucessor Óbvio

O zelo operacional de Kent tem causado preocupação e especulação dentro e fora da empresa, porque ela não tem n.º 2 ou um sucessor óbvio claro. Além das funções de CEO e chairman, ele, de fato, é o COO. Kent não acha que isto seja um problema. Ele diz que, efetivamente, tem três COOs internacionais, não apenas um. Ahmet Bozer, da área de operações internacionais, Irial Finan, da área de engarrafamento; e Sandy Douglas, das operações norte-americanas. “Acredito que temos a estrutura adequada. Penso nisso ao ter três COOs”, diz Kent.

Embora a empresa continue a diversificar seus produtos – recentemente adquiriu uma marca de leite – refrigerantes permanecem no centro. Analistas como Fraucher, bem como ex altos executivos da Coca-Cola, argumentam que a empresa deve fazer mais aquisições para mudar seu portfólio de produtos. Esforços neste sentido têm se misturado. Sob a batuta de Kent, foi arquitetado o mais caro processo de diversificação – a aquisição da Energy Brands Inc., fabricante do Glaceau Vitaminwater, por US$ 4,1 bilhões em 2007. O acordo foi criticado após o fraco crescimento e o preço de compra ter sido considerado muito caro.

Monster Energy Drink, onde a Coca-Cola tem participação

Seus mais recentes esforços de ramificação a partir dos refrigerantes têm sido mais cauteloso. Ignorando as pressões para mergulhar no mercado de bebidas energéticas, de rápido crescimento, Kent esperou até último agosto para chegar a um acordo para comprar uma participação de 16,7% da Monster Beverage Corp. Até então, no entanto, o preço das ações da Monster tinha quintuplicado. Coca-Cola também construiu uma participação de 16% na Keurig, em etapas, desde o ano passado. No caso da Monster, pessoas familiarizadas com o processo dizem que Kent e o conselho da Coca-Cola estavam preocupados com questões de regulação e proibições de marketing para o mercado de bebidas energéticas.

A maior aquisição da história da Coca-Cola, a compra em 2010 da maior parte das operações norte-americanas de engarrafamento e distribuição, em um acordo de US$ 12 bilhões, foi desenhado para dar à empresa mobilidade, melhorando sua fabricação e distribuição. Mas a empresa ainda não alcançou isto. O diretor financeiro, Kathy Walter, reconheceu que a Coca-Cola não vai ver nem nesta década o retorno sobre este investimento.

O conselho da Coca-Cola, um grupo conservador e tradicionalmente fortemente integrado, continua a apoiar a abordagem de Kent, dando-lhe um robusto dividendo. A Coca-Cola disse no mês passado que iria aumentar o seu dividendo em 8% por ação em 2015, o 53º aumento anual seguido. Porém, o fluxo de caixa da empresa está estagnado nos últimos três anos, levantando questões sobre quanto tempo os generosos pagamentos poderão continuar.

Membros do conselho de longa data estão se aposentando. Até o fim de abril, sete dos seus 15 membros terão entrado a partir de 2011. Um dos mais jovens é Robert Kotick, de 52 anos, CEO da fabricante de videogames, Activision Blizzard. Com a velha guarda do conselho sendo substituída por diretores mais jovens, há uma injeção de grandes incertezas na estratégia atual da Coca-Cola.

Warren Buffett e Jorge Paulo Lemann, da 3G Capital, sócios na compra da Heinz. 3G de olho na Coca-Cola?

Na verdade, a Coca-Cola é tema de rumores de que ela é um possível alvo de aquisição da empresa brasileira de investimentos, a 3G Capital Partners LP, cujos fundadores são acionistas controladores na cervejaria Anheuser-Busch Inbev NV. Porta-vozes das empresas se recusaram a comentar. Após a aquisição em 2013 da Heinz pela 3G e pela Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, maior acionista da Coca-Cola, Kent circulou um artigo entre os altos executivos. O assunto: a redução de custos e as demissões na empresa de alimentos. “Se não fizermos o que temos que fazer rapidamente, de forma eficaz, executando 100%, alguém vai vir aqui e fazer isso conosco”, disse Kent aos seus executivos.

Até agora, o único investidor ativista da Coca-Cola tem sido a Wintergreen Advisors LLC, sediada em Mountain Lakes, NJ, que no final de 2014 possuía cerca de 2,5 milhões de ações da Coca-Cola, ou 0,06%, uma ninharia em comparação com os 9,2% de participação da Berkshire Hathaway. David Winters, CEO da Wintergreen, tem satirizado publicamente a Coca-Cola, chamando a atenção publicamente para um plano de remuneração de executivos que também foi criticado por Warren Buffett ano passado. Winters foi tão longe que ligou à Kent e ao conselho de diretores pedindo para ser substituído.

Em sua carta anual aos acionistas da Berkshire, mês passado, Buffett disse que seus investimentos nos “Big Four” – American Express, Coca-Cola, IBM e Wells Fargo – “possuíam excelentes negócios e são geridas por administradores talentosos e orientados para os acionistas”. Tal confiança de um aliado de tão longas datas não é suficiente para fazer o trabalho da Coca-Cola mais fácil, ou poupá-la das dores de crescimento. Em outubro passado, Kent anunciou um programa de corte de custos de US$ 3 bilhões, incluindo mais de 1.500 demissões. Os avisos começaram a ser enviados em janeiro. Enquanto isso, Kent mantém seus funcionários conscientes dos seus interesses. A mensagem é constante: execute – ou execute mais!


Fiz a tradução deste texto sensacional publicado no The Wall Street Journal pois o enxergo como uma aula de diversas áreas da administração, tanto para alunos como para gestores, de qualquer nível. Fala abertamente de questões concernentes ao Marketing, Estratégia, Logística, Operações… Sente-se falta deste nível de aprofundamento jornalístico nos periódicos especializados aqui no Brasil. 

E você, se fosse gestor da Coca-Cola… como imaginaria sair desta situação?

Link para o texto original: http://www.wsj.com/articles/what-is-coke-ceos-solution-for-lost-fizz-more-soda-1426727708

 

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26 comentários em “A Coca-Cola Perdeu o Gás?

  1. De fato as companhias de soft drink estão na contra-mão. Nos ultimos 10 anos tem havido um despertar de hábitos mais saudaveis em alguns segmentos da sociedade e os refrigerantes estão relacionados diretamente com o alto consumo de açucar e o diabetis e a obesidade mórbida, quimicos e conservantes e o cancer, e se não bastasse até no mundo estético a percepçao que o refrigerante causa a celulite, por mais improvavel que possa ser ainda é um elemento negativo. Hoje, pra agravar, na europa, o produto coca-cola é mais caro que sucos e vinhos.

  2. Com certeza, Jean… E é uma preocupação a visão do Mr. Kent e do conselho da Coca-Cola. Nunca foi tão necessária uma estratégia de diversificação como agora!

  3. A COCA-COLA é um produto que sempre se manteve presente em todas as casas, festas, reuniões, enfim em todas as ocasiões; conquistando idades, gêneros, culturas diferentes ao redor do mundo. Contudo longos anos se passaram, gerações e gerações foram evoluindo e se formando, e mais uma vez a COCA-COLA, estupidamente gelada, se manteve presente, e por consequência suas vendas, lucros, adeptos e principalmente sua marca cresceu se tornou conhecida mundialmente, solidificou-se no mercado e na memória dos consumidores; a sua marca se transformou ao longo dos anos sinônimo de felicidade, status, família e principalmente em CONFIANÇA dos consumidores para com seus produtos.
    No decorrer da leitura deste texto algo ficou muito claro, o ciclo de vida do produto, a Coca-Cola sempre foi referência de poder e vitalidade no mercado, pois ao longo do tempo se adequava as demandas do mercado sem perder sua essência, mas algo aconteceu, seus produtos estão sendo substituídos por outras bebidas mais saudáveis, essa mudança ocorre por intermédios de alertas midiáticos e médicos em relação a qualidade de vida; seus lucros começam a ter pequenas baixas inicialmente e logo depois consideráveis baixas nas vendas, isso é o declínio se apresentando de forma ainda sutil, porem preocupante e se deixa-lo ficar será o diagnóstico de uma falência. Algumas medidas foram tomadas por seus gestores para frear e driblar essa “repentina”, mas provável queda. Um outro aspecto presente nesta história é a centralização de Mr. Kent, ele se mostra irredutível a algumas tentativas para voltar a ganhar o espaço, ele acredita na Coca-Cola como o meio para sair desta fase, porém algumas alternativas interessantes foram tomadas nos últimos tempos como por exemplo os nomes nas latas, primeiramente, e depois nas garrafas de refrigerante, as pessoas começaram a demandar novamente a bebidas dando respostas no faturamento da marca. Então investir em propaganda e marketing se torna de grande valia, porém não é apenas montar um comercial, por exemplo, apenas bonito; tem que transmitir novamente os sentimentos de confiança e momentos para seus consumidores.

  4. A Coca-cola é uma bebida presente em praticamente todos os segmentos de mercado, uma das mais conhecidas marcas do mundo e que tem um sabor muito bom; isso sem dúvida. Por essas características, seu número de adeptos deveria estar aumentando, e a empresa, ganhando mais lucro. Todavia, as pessoas estão procurando coisas mais saudáveis atualmente, e preocupando-se cada vez mais com o bem estar físico e estética. A chamada geração saúde. Os perigos que a Coca-cola causam para a saúde são evidentes, várias matérias foram publicadas à respeito e os médicos não cansam de lembrá-lo; o que levou ao enfraquecimento das vendas. O CEO quer vender mais refrigerante, uma estratégia ousada e, para mim, insensata. A Coca deveria procurar vender produtos mais saudáveis, como sucos, energéticos, suplementos alimentares; enfim, coisas do tipo, pois são itens que estão em ascensão no mercado. O CEO está meio cego em relação às circunstâncias, aos fatos, o que é um erro crasso e que pode lhe custar caro. Diversificar é necessário.

  5. A Coca-Cola sempre foi um gigante da industria, uma marca sempre muito hábil na construção de vínculos com o consumidor. Contudo, o mundo vem mudando hábitos de vida, os consumidores estão agora correndo atrás da longevidade com qualidade e entendem que essa mudança começa com hábitos alimentares (pois somos o que comemos) e todo um contexto de vida saudavel. Esta mega mudança na tendencia do estilo de vida no mundo seria o calcanhar de aquiles para a coca-cola visto a forte correlação de seus insumos com alto indice de doenças crônicas como diabetis, obesidade, etc…
    Para uma reaproximação com seus consumidores e um consequente aumento das receitas, vejo como uma saída, em minha humilde posição de estudante (rs), o pareamento, através de um bom marketing, da marca com hábitos saudáveis de vida. Porém, visto o argumento já exposto no parágrafo a cima, o produto teria de sofrer radical mudança para que a aceitação fosse bem sucedida, se fazendo necessário mais do que um rótulo ´diet´.
    A empresa tb deve ter cuidado com o apego ao produto em si. Sim, o refrigerente Coca-Cola escreveu história no mundo e deixou sua marca nele, mas se eles pretendem sobreviver as grandes reviravoltas da vida devem tb mudar,se não pode-se cair no que Theodore Levitt já alertava a meio século atrás, a MIOPIA EM MARKETING, visão curta de algumas empresas que as impedem de ver o mercado como um todo,como se movimenta e para onde está indo, caindo assim em falencia.

  6. A coca-cola sempre foi uma das maiores referencias em bebidas, pois sempre esteve presente no ceio familiar seja em festas ou simplesmente no almoço ou no jantar, ninguém abria mão de uma “coca bem gelada”, porem conforme os anos foram passando foi se descobrindo as consequências para a saúde, desse consumo indispensável, com todo o apelo das entidades de saúde, as pessoas tem buscado obter produtos que proporcionem saúde e qualidade de vida, a coca-cola entretanto tem vindo na contra mão desta nova demanda, o atual CEO o Muhtar Kent como exposto no texto “permanece irredutível como uma Coca-Cola gelada. Com refrigerantes gerando cerca de 70% das receitas, ele insiste em dizer que eles são o “oxigênio” da companhia”, porem se a companhia continuar nesta linha de pensamento o futuro será trágico, pois as pessoas tem buscado hábitos saudáveis e que enriqueçam sua saúde, a coca-cola por outro lado proporciona apenas autos índices de açúcar, e substancias químicas que podem favorecer o surgimento de outras doenças. Até o seguimento Diet da Coca-cola obteve queda significativa fazendo com que a empresa visse os resultados dessa nova tendencia de consumo; sendo assim então resolveram investir no marketing da marca fazendo a campanha “compartilhe uma Coca” quando a empresa espalhou nomes desde Adão até Zack em garrafas e latas. Como resultado voltou a atrair a atenção das pessoas que viram a oportunidade de ter seu nome em uma lata ou garrafa de coca-cola, esta campanha deu certo, porem a coca-cola quando for investir em marketing deve esta atenta a transmissão do valor da marca como era visto antigamente quem não lembra o quão forte era a coca-cola quando chegava o natal o caminhão iluminado da coca-cola que fazia com que todos sentissem de forma empolgante a vontade de ter uma coca-cola na mesa para ceia de natal, dessa forma se via o quão era importante e atrativa uma campanha de marketing bem feita e que nesse sentido a empresa e a pessoa do seu CEO note as novas tendencias e se atente a transmitir os valores de confiança e satisfação agregadas a marca.

  7. A coca-cola em 2000 foi considerada a maior marca do mundo, mais hoje ela ocupa a 3ª colocação, sendo ultrapassada pelo Google e a Apple, mais ainda sim permanece sendo uma das maiores marcas mundiais .Nos últimos anos ela vem passando por quedas consideráveis em termos de vendas, devido a busca dos consumidores á itens mas saudáveis, mas saborosos e mas originais.Sendo um dos principais itens retirados do consumo da população foram exatamente os refrigerantes , que são um dos principais causadores de obesidade mórbida, diabetes, dentre outras doenças associadas ao consumo abusivo.Diante deste cenário a coca-cola teve em 2014 cerca de 3% a 4% de queda em suas vendas pela primeira vez em quase uma década, consequentemente não podendo alcançar também sua meta em 2015.
    O CEO vem apostando em varias estrategias como a intensificação de publicidade, substituição de diretores mas velhos por mas jovens, mas com grandes incertezas que funcione, além da redução de custos Muhtar Kent aposta em uma estrategia de risco que é vender mas refrigerante, para isso ele relata que aumentara os gastos com o marketing e realizara uma revisão da rede de distribuição principalmente nos EUA, no intuito de retornar aos os rendimentos padrões em 2016.Porem esta não seria a melhor saída, o CEO deveria fazer uma pesquisa cuidadosa de mercado e ouvir os clientes para identificar as tendencias de consumo, para conhecer as expectativas, problemas,necessidades e preferencias de quem compra seus produtos, para desta maneira desenvolver ou aprimorar o seu produto, e oferecer ao consumidor exatamente o que ele busca.

  8. Apesar do gosto do consumidor a maioria prefere coca-cola por ter um sabor diferenciado e oferecer ao consumidor o que ele busca,todos os refrigerantes que possui cola como Pepsi,entre outros,tem componentes que enfraquecem os ossos,cabelos,unhas e dentes,estão também relacionados com alto teor de açúcar de obesidade mórbida,diabetes, conservantes e muitas outras doenças.Com a queda de vendas da coca-cola as mudanças repentinas e profundas nas preferências do consumidor fez com que a coca-cola investisse em propaganda e marketing,colocando nomes desde Adão até Zack em garrafas e latas pra atrair o consumidor em todo mundo.
    Embora a empresa continue a diversificar seus produtos,o consumidor busca produtos mas saudáveis e de qualidade que não faça mal a saúde.Com a guarda do conselho sendo substituída por diretores mas jovens,há uma grande incerteza na estratégia atual da coca-cola pode mudar .

  9. A Coca-Cola sim perdeu o gás, as vendas caíram não há como negar. Mas será que dos refrigerantes apenas a Coca-Cola perdeu o gás, ou a queda das de suas vendas é uma consequência dos males que os refrigerantes causam em nosso corpo? Será que apenas as vendas Coca-Cola caíram ou outras marcas de refrigerantes também passaram a vender menos?

  10. A Coca-Cola é um refrigerante carbonado vendido em lojas do mundo todo, e o seu consumo ainda é grande em todos os lugares, pois o seu sabor é preferencial por todos os públicos, mas sabe-se que a Coca-Cola e outros refrigerantes podem ser prejudiciais se consumidos em excesso, particularmente para crianças pequenas, cujo consumo de refrigerantes atrapalha, ao invés de complementar, uma dieta equilibrada. No entanto a Coca-Cola pode mesmo está perdendo o gás, pois há uma crescente geração que estão preocupados com sua qualidade de vida, e essa opção faz com que esses consumidores optem por hábitos saudáveis como alimentação balanceada e nutritiva. Na qual essa mudança torna-se cada vez menos sacrificante e mais prazerosa, pois os benefícios durarão pela vida toda.

  11. Para Solomon (2002). Conhecer e atender o comportamento do consumidor é um bom negócio, financeiramente falando. Para ele, as empresas existem para satisfazer as necessidades dos consumidores. Entretanto tais necessidades só podem ser satisfeitas quando se consegue compreender e conhecer o que os clientes tem interesse em consumir. O refrigerante como sabemos é prejudicial a nossa saúde pesquisas revelam cinco motivos para não ingerirmos, por esse motivo o consumo caiu 15% nos últimos anos.Tem uma série de atributos que qualificam a coca-cola como ,”vai bem com comida”. Se a pessoa tem esta percepção da marca ela consome durante a refeição. Naiane concordo com você ao dizer, que o CEO deveria fazer uma pesquisa de mercado e ouvir clientes e colaboradores para identificar as tendencias de consumo.Na minha opinião como estudante com toda estrutura que a coca-cola tem criaria um novo sabor no qual despertasse novamente o interesse de consumo para os clientes ,nos quais os ingredientes utilizados não fosse tão pernicioso a nossa saúde.

  12. A coca-cola é uma potência mundial no ramo de bebidas, está sempre presente na mesa da população, seja pela manhã, a tarde ou a noite, uma “coca bem geladinha” é sempre bom, principalmente no verão com as altas temperaturas. Mas com o passar do tempo as pessoas foram “abrindo os olhos” e percebendo que essa bebida tão prazerosa e irresistível para muitos, é de extremo mal a saúde por conta do alto índice de açúcar contido, o que ocasiona doenças. Principalmente os americanos, que numa pesquisa feita foi constatado que 63% deles vem evitando tomar refrigerantes, sendo que nos Estados Unidos esse consumo vem caindo a 10 anos consecutivos, e o pior é que as vendas da coca-cola vem caindo em todo o mundo. Os consumidores de hoje em dia querem produtos mais saudáveis e originais, e não só a coca-cola, mais outras empresas também vem “sofrendo” com as mudanças de hábito alimentar do povo. Essa marca só vendeu mais no último verão quando utilizou a estratégia de colocar nomes nas latinhas, o que contagiava e impulsionava o consumidor a comprar o produto, sendo essa uma boa estratégia de marketing. Mas será que é só por causa da saúde que a coca-cola vem perdendo prestígio no mundo? Seria também pelo fato da visão curta de mercado do presidente da empresa Muhtar Kent, o que constata uma Miopia em Marketing, o objetivo dele é apenas vender refrigerante e acha também que a coca-cola tem “os ingredientes certos”, como se a marca fosse imbatível, sendo que falta inovação, falta também tentar deixar de alguma forma essa bebida mais saudável, ter uma visão mais ampla do mercado e ir se atualizando a cada dia com ele, para assim tentar recuperar o prestígio e crédito que vem se perdendo dessa marca fascinante, ou pode ser muito tarde e as vendas virem a cair ainda mais, deixando a recuperação cada vez mais difícil.

  13. A Coca-Cola possui uma imagem mundial e confiável, gerando ao consumidor criar uma ligação de amor com a marca. Apesar do marketing bem desenvolvido pela Coca-Cola, vem ocorrendo uma queda não só com a Coca-Cola mas em relação ao consumo de refrigerantes, se nota que as pessoas estão mudando os hábitos e buscando um algo mais saudável, mesmo que não seja seguido a risca. O que vem crescendo é uso do marketing verde pelas marcas para atrai o consumidor, que possui uma grande preocupação em relação ao meio sustentável. Philip Kotler fala sobre esse movimento das empresas para criarem e colocarem no mercado produtos ambientalmente responsáveis em relação ao meio ambiente. Apesar da Coca-Cola ter queda em suas vendas, se ela conseguir alcançar um marketing verde que passe a imagem de empresa preocupada com o bem esta e a sustentabilidade, os dados podem aumentar consideravelmente.

  14. De fato houve uma mudança no mercado em relação ao uso de refrigerantes, essa tendência é observada principalmente nos EUA e Europa e tem migrado para o Brasil, onde os consumidores tentam evitar o risco de obesidades e diabetes; Essa percepção que os refrigerantes causam doenças está se propagando e as pessoas querem aderir a um estilo de vida saudável. (eu que o diga rs). O desafio é ter um novo posicionamento e oferecer novos produtos; com menos açúcar? Mais sabor? Mais similar aos convencionais?
    Impreterivelmente precisa-se de mudança, é necessário trabalhar com o que desejam os consumidores.

  15. A coca cola apesar ser conhecida como uma das maiores industrias de bebida do mundo também sofreu com os novos comportamentos dos consumidores. Os consumidores que antes não ligava para avaliar as qualidades dos produtos agora eles analisam e verificam se os produtos causam prejuízos ou beneficio para a saúde.Por isso as metas estáticas de 2014 e 2015 que alcançaria todos os seus objetivos não foram alcançado. Porque as ordem econômica estão em constante mudança e as empresas devem se organizar para atender essas exigência.

  16. A coca cola é uma industria de bebidas que tem um marketing muito bem desenvolvido. Um exemplo claro foi ela ter colocado nomes de pessoas em garrafas e latas, o que fez consumidores de todo o mundo comprarem mais coca cola no ultimo verão. Apesar disso, houve uma queda em relação a receita e lucro desde o ano passado. Muitas matérias polêmicas foram publicadas falando até mesmo dos malefícios que ela causa à saúde, creio que muitos consumidores passaram a avaliar os riscos em consumi-la. É preciso uma estrategia para a coca cola voltar a alcançar sua meta, e essa, deve ser voltada mais para a saúde do consumidor.

  17. A coca cola é um gigante no mercado e também no marketing, quase impossuível falar em marketing sem vim a cabeça a “coca cola”, mas voltando para a questão do texto acima, a coca cola e também outros refrigerantes vem diminuindo o seu crescimento, pois estamos vivendo em um tempo onde o termo saúde e vida saudável vem tomando espaço na sociedade e isso é algo bom, não para a mercado de Fast food e para a própria coca cola mas para as pessoas. Na realidade a coca cola esta perdendo o gás sim, esta perdendo o gás para a ideia de vida saudável onde a coca cola e outros refrigerantes esta sendo trocados por coisas saudáveis.
    A frase que fala quanto mais coca cola melhor. Talvez esta sendo mudada para quando mais saúde melhor.

  18. Um fato que já era de si esperar que haveria uma queda nas vendas de refrigerantes. Hoje as pessoas buscam hábitos saudáveis, algo que o refrigerante em si não traz beneficio algum com relação á saúde. Os pontos negativos são mais fortes que os positivos. Entretanto ela não deixa de ser consumida pelo seu forte trabalho de estratégias para alcançar todos os tipos de consumidores. Para que não aconteça uma queda maior de vendas o CEO da tal procura sempre inovar as suas embalagens e formatos de latas e garrafas para serem adaptadas para qualquer ocasião. E isso torna a Coca Cola e seus outros produtos especial com relação a concorrência e ao consumo mesmo que seja para um presente a amigos e familiares.

  19. A coca cola é multinacional norte-americana, uma das marcas mais reconhecidas do mundo e um dos grandes ícones do consumo, mais a mudanças nos hábitos de consumo estão caindo cada dia mais na realidade ela não estar dependo gás, e porque hoje o consumidor estar se preocupado em ter um estilo de vida diferente

  20. A coca cola sempre foi sinônimo de felicidade, familia reunida, até mesmo de prazer pois, convenhamos quem nunca morreu de amores por uma coca cola bem gelada? Acontece que a grande queda da coca cola no cenário industrial decorre de uma nova visão que os consumidores estão tendo sobre uma vida saudável: corpo bonito e NÃO a celulite, e a coca cola com certeza não se enquadra nessa indústria de produtos saudáveis. Sem falar dos danos que ela pode causar ao nosso corpo tais como diabetes devido ao alto teor de açúcar, obesidade mórbida, produtos químicos e conservantes que podem gerar até um câncer. Sabemos que um dos pontos fortes da coca cola, e o seu marketing, e que tal inovar mudar esse rótulo de “Vilão” para o bom mocinho? Investir em novas mudanças, e porque não aliar essas mudanças a um plano de vida saudável.

  21. A Coca-Cola é uma empresa de grande porte, conhecida mundialmente e tornou-se o “melhor” refrigerante para acompanhar certos alimentos. Porém, nos últimos anos, as informações sobre uma melhor qualidade de vida, incluindo uma alimentação saudável tornaram-se mais frequentes, fazendo-se assim, a substituição da Coca-Cola por outras bebidas menos contaminantes, além disso, outras marcas de refrigerante foram surgindo e assim a Coca-Cola por ser o refrigerante mais caro, pode ter sido também substituído por refrigerantes mais baratos. Consequentemente, as vendas enfraqueceram, necessitando Kent a investir em promoções e campanhas, como por exemplo o nome das pessoas nas latinhas. Para sair dessa fase e aumentar suas vendas além de investir em marketing é necessário que a Coca-Cola tenha uma visão voltada para a saúde e bem estar dos consumidores.

  22. A Coca-Cola é uma marca muito forte que tem conquistado gerações, contudo, nos últimos anos, as suas vendas vêem caindo em todo o mundo, especialmente nos EUA que é o maior consumidor da marca. Como foi citado pelos colegas acima, isto se deu em função das mudanças no comportamento do consumidor que está buscando hábitos de vida mais saldáveis implicando na redução do consumo de refrigerantes. Acredito que a solução para essa questão não está na transformação do produto a fim de se obter um refrigerante menos prejudicial, pois ele já é aprovado por um público muito grande, mas como disse o professor Fábio Bergamo: “Nunca foi tão necessária uma estratégia de diversificação como agora!”. Como gestor da Coca-Cola, faria diversas campanhas de marketing como a “compartilhe uma Coca”, que tem a finalidade de aproximar o consumidor da marca de um jeito que ele se sinta especial e possa compartilhar essas novidades com seus amigos e familiares. Para tanto, utilizaria o poder da informática, criando redes de relacionamento e aplicativos que garantissem a interação dos consumidores com a marca, já que estamos em uma era digital onde as pessoas estão a maior parte do tempo conectadas. As campanhas não se limitariam ao refrigerante, mas à todos os produtos que a Coca-Cola vende, pois, para cada público alvo será necessário uma estratégia diferenciada que chame a sua atenção. Procedendo assim, entendo que a Coca-Cola iria maximizar suas receitas, lucros e consequentemente cresceria.

  23. Acredito eu que, se a coca-cola não buscar outros meios de fisgar os seus consumidores certamente não sairá facilmente desse declínio, pois o mercado muda constantemente onde só prevalesse o melhor! Exemplo dessas mudanças é que, muitos que viviam em péssimos hábitos para se alimentar, estão hoje, evitado ingerir refrigerantes, pelo alto teor de açucares e outros substancias prejudiciais a saúde. Mas, a coca-cola vai sim, dar um jeito para sair dessa má faze. “A aposta em uma nova fonte de refrigerante, a Freestyle, que permite aos consumidores de misturar e combinar mais de 100 sabores de bebidas” pode ser um grande instrumento nessa nova busca de inovações, para que a COCA-COLA NÃO PERCA O GÁS!

  24. li e pesquisei outros comentários sobre este assunto, achei bem proveitoso o mesmo, me levou a pensar duas coisas importantes , eu teve a sorte desde do dia que conheci a coca cola eu não gostei, para que ama e faz uso, com o uso desta feramente de marketing introduzida na mente das pessoas a marca deixa muitos com sérios problemas de saúde, mais comercialmente falando as pessoas estão em busca de qualidade de vida, corpo, mente e espirito estão deixando o mal uso da qual é altamente prejudicial a vida do ser humano. em fim a Coca-Cola não perdeu o Gás!

  25. O texto traz uma pergunta; A Coca-Cola perdeu o Gás? Pelos que vimos no texto, esta perdendo sim, vem perdendo o mercados a cada dia, por não procura sem mudar suas politicas de marketing, vimos que o CEO da coca-cola, precisa de uma nova estrategia para atingir os novos consumidores que estão surgindo com hábitos alimentares diferentes. Porque sabemos que os refrigerantes contem um alto teor de açucares que são prejudiciais para saúde. É preciso de um campanha de marketing voltado para esse publico.

  26. o que eu quero saber é:- porque a qualidade da coca cola caiu tanto aqui no brasil? a alguns anos atrás,você não conseguia beber uma garrafa média de coca cola rápido,tamanho era o gás que continha,hoje você bebe de uma só vez.porque aqueles idiotas da coca cola fizeram isso?
    a coca cola era boa,agora deixa muito a desejar!

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